Não há dúvidas quanto ao respaldo adquirido pela grandiosa superpotência mundial: Estados Unidos da América!Na realidade, o fator que fica nas "entrelinhas" é justamente a eficácia ou não das atitudes determinadas por este país, como a recente autorização, pelo atual presidente dos EUA, Barack Obama, da morte de Bin Laden.Mediante a polêmica gerada por tal tema é que a Veja, contrapondo ideias e agrupando argumentos pós e contras, discute/debate sobre os elementos que caracterizam este complexo cenário.
11 de Setembto de 2001, período que marca o grande atentadoo terrorista às "torres gêmeas", nos EUA, comandado, puro e simplismente pelo chefe da Al-Qaeda:Osama Bin Laden.Este episódio funcionou como estopim para a instalação do grande clima de revolta que perpetua entre a maioria Ocidental x Oriental, sendo esta última formada, principalmente, por extremistas religiosos, fator que explica a dualidade existente entre as partes.
Retomando aos príncipios estadunienses, é importante ressaltar a aquisição do Prêmio Nobel da Paz por Obama, sendo este ato justificado pelo comitê Nobel devido aos "seus extraordinários esforços em fortalecer a diplomacia internacional entre povos", dentre eles o trabalho desempenhado pelo obtenção de um mundo sem armas nucleares.Caros leitores, francamente, a eventual "sede justiça" deste adepto aos princípios democráticos é o suficiente para que o mesmo ordene a morte de um extremista, contradizendo, inclusive, os parâmetros por ele estabelecidos em seus discursos políticos?Certamente não!Exemplo disso foi o mandato de prisão da Baía de Guantânamo quando o memo assumiu o poder em 2009; a ambiguidade de suas palavras torna-se evidente, haja vista que a mesma continua em amplo funcionamento, revelando o caráter congruente entre o "opressor e a vítima".
Já dizia o renomado filósofo Sócrates que "é pior cometer uma injustiça que sofrê-la, porque quem a comete transforma-se num injusto e quem sofre não".Se nos baseássemos na ideia do mesmo, concluiríamos, com certeza, que Obama ao cometer tal ato transformara-se em um "injusto".Porém, não se pode duvidar que a diplomacia dos Estados Unidos não seja capaz de sucumbir à tamanha opressão, nem tampouco que o Nobel não se sobressai perante mais uma atitude "humanitária" do citado país.Logo, sendo este prêmio não revogável(infelizmente!), o ideal é fantasiar a realidade e acreditar que um mundo melhor está "à vista" e que os confrontos decorrentes dessa ação nada mais serão que consequências em prol dos ideais que se tornem efetivos em nossa sociedade.
Loianny Moraes
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