quinta-feira, 3 de junho de 2010

Pena de morte: eis a questão
Ouve-se frequentemente vocábulos e expressões relacionadas diretamente com o código de hamurabi, nascido desde os históricos tempos remotos, são estas: "dar o troco", "ollho por olho", "dente por dente", usadas como resumo pelo indivíduo ofendido de diferentes formas em retribuir as ofensas.São esses, um dos motivos de muitas tragédias acontecidas atualmente, a exemplo disso tem-se a abolição da pena de morte em alternados países.
Entretanto, a pena de morte tem sido um polêmico assunto global, sendo que já existem vários países que a utilizam como forma de "justiça", países que deturparam os movimentos religiosos que seguem rigorosamente a Bíblia ou pentateuco, cuja mesma proíbe com que qualquer ser humano dê fim a vida de outro.São esses seguidores, muitas vezes, da infeliz idéia de justiça do primeiro país europeu a tornar em prática em 1876 a pena de morte, Portugal.
Apesar de muitos acharem que a melhor forma de punir um forte criminoso seja dar a este sua sentença de morte, os mesmos se enganam;pois cessando a vida deste indivíduo consequentemente cessará o sofrimento do mesmo que fez, com frieza, com que várias cabeças rolassem aos chãos sobre sangue quente, como se fosses simples bolas vermelhas, ou que até mesmo tenha a covardia de matar ou atirar de uma janela sua própria filha, como é o recente caso julgado de Isabela Nardoni (morta aos 5 anos).
Infelizmente, são muitas as vezes que tem-se vistos casos de morte de pessoas inocentes que após serem mortas, descobrem que o réu fora forçado a confessar crimes cometidos por outra ou um grúpo de pessoas.A exemplo disso tem-se a última execução de pena de morte no Brasil, quando o réu Mota Coqueiro tinha sido forçado a confessar a autoria do crime, sendo ele morto com as bençãos do Estado.
No entanto, não serão formas de pena de morte como: fuzilamento, enforcamento e cadeira elétrica que farão com que os números, taxas e quantidades de crimes diminuam.Motivo pelo qual após a Inglaterra ter abolido a pena de morte em seu país, o Parlamento da Inglaterra, em 1989, rejeitou a mesma técnica.
Possivelmente, a pena de morte não funcionaria em um país regido por várias leis, sendo até mesmo considerado como o "país das leis", cujos poderes que compõe o Estado moderno, principalmente o judiciário que tem por responsabilidade fazer com que as leis regidas pelos demais poderes sejam cumpridas, são praticamente ineficazes e inexistentes, não fazendo valer a tão importante regra para que não haja falha na pena de morte: " todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país, a inviolabilidade do direito à vida".

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